Campanha contra Febre Aftosa termina na sexta-feira (31) e Ceará precisa alcançar a meta de 90% de vacinação

28 de julho de 2020 - 14:00

A primeira etapa da Campanha contra Febre Aftosa de 2020 chega ao fim na próxima sexta-feira (31) e a Agência de Defesa Agropecuária do Ceará reforça a importância da vacinação de todo o rebanho cearense. Segundo os dados da Adagri, 74,63% do rebanho do Estado já foi vacinado e 59,61% das propriedades estão a declaração em mãos, porém o objetivo é alcançar o mínimo de 90% do rebanho vacinado, conforme a meta estabelecida pelo Ministério da Agricultura e Abastecimento (Mapa).

Segundo a presidente da Adagri, Vilma Freire, o Ceará ainda está distante de cumprir os 90%, mesmo com a prorrogação da Campanha. “Essa é uma semana decisiva e importante para o setor agropecuário do nosso estado. Estamos na última semana de vacinação contra a Febre Aftosa e o Ceará precisa cumprir essa meta. Estamos caminhando para tornar o Ceará uma área Livre da Febre Aftosa sem Vacinação então fica aqui o nosso apelo para quem ainda não vacinou seu rebanho, possa adquirir a vacina até sexta-feira e assim garantir a imunização”, destaca a presidente. “Por isso é importante que os produtores cumpram esses calendário vacinal, pois só assim estaremos aptos a alcançar esse status”, completa Vilma Freira.

A presidente lembra que a declaração da vacinação seja feita prioritariamente através do Portal do Produtor, com link no site da Adagri (www.adagri.ce.gov.br ). Outra possibilidade é enviar a declaração para o e-mail oficial da Agência (aftosa2020@adagri.ce.gov.br) afim de evitar aglomerações nos escritórios da Adagri e dos órgãos, como a Ematerce, que também recebem a declaração.

Ceará Livre da Aftosa sem Vacinação

O Programa Nacional de Febre Aftosa (PNEFA), Plano Estratégico 2017 – 2026, prevê que a última etapa de vacinação contra febre aftosa no Ceará poderá ocorrer em maio de 2021, quando o estado deve se tornar livre de febre aftosa sem vacinação, reconhecido nacionalmente pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e internacionalmente pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). “Esse status confere muitos ganhos, entre eles a ampliação de exportação de carnes e derivados. Vamos juntos alcançar essa meta”, destaca a presidente Vilma Freire.